segunda-feira, outubro 12, 2009
quarta-feira, outubro 07, 2009
The Road Not Taken
Two roads diverged in a yellow wood,
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth;
Then took the other, as just as fair
And having perhaps the better claim,
Because it was grassy and wanted wear;
Though as for that, the passing there
Had worn them really about the same,
And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I kept the first for another day!
Yet knowing how way leads on to way,
I doubted if I should ever come back.
I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence:
two roads diverged in a wood, and I --
I took the one less traveled by,
And that has made all the difference.
Poem by Robert Frost, published in 1915 in the collection Mountain Interval.
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth;
Then took the other, as just as fair
And having perhaps the better claim,
Because it was grassy and wanted wear;
Though as for that, the passing there
Had worn them really about the same,
And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I kept the first for another day!
Yet knowing how way leads on to way,
I doubted if I should ever come back.
I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence:
two roads diverged in a wood, and I --
I took the one less traveled by,
And that has made all the difference.
Poem by Robert Frost, published in 1915 in the collection Mountain Interval.
segunda-feira, setembro 28, 2009
quem sou eu:
Bernardo Soares (no Livro do Desassossego).
“Nós descobrimos que produzir coisas, viver
para coisas e trocar coisas não é o sentido fundamental da vida. Descobrimos que o sentido da
vida é que ela deve ser vivida e não comercializada [...]”
Fritz Perls, 1977
I'm broke but I'm happy
I'm poor but I'm kind
I'm short but I'm healthy, yeah
I'm high but I'm grounded
I'm sane but I'm overwhelmed
I'm lost but I'm hopeful baby
I feel drunk but I'm sober
I'm young and I'm underpaid
I'm tired but I'm working, yeah
I care but I'm restless
I'm here but I'm really gone
I'm wrong and I'm sorry baby
I'm free but I'm focused
I'm green but I'm wise
I'm hard but I'm friendly baby
I'm sad but I'm laughing
I'm brave but I'm chicken shit
I'm sick but I'm pretty baby
Alanis - Hand in my Pocket
domingo, setembro 20, 2009
quinta-feira, setembro 10, 2009
terça-feira, setembro 01, 2009
IV
Tudo passa, tudo passará...
E nossa história não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.Teremos coisas bonitas pra contar.
E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agoraApenas começamos.
E nossa história não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.Teremos coisas bonitas pra contar.
E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agoraApenas começamos.
domingo, agosto 16, 2009
...
"As reticências são os três primeiros passos do pensamento que continua por conta própria o seu caminho..."
Mário Quintana
Mário Quintana
sábado, agosto 15, 2009
Within you, without you
We were talking...
about the space between us all
and the people
who hide themselves behind a wall
of illusion
never glimpse the truth
when it's far too late...
when they pass away.....We were talking
about the love thats gone so cold
And the people
who gain the world and lose their soul
they dont know
they cant see..
Are you one of them?...
When you've seen beyond yourself
then you may find peace of mind is waiting there
And the time will come when you see
we're all one and life goes on within you and without you.
about the space between us all
and the people
who hide themselves behind a wall
of illusion
never glimpse the truth
when it's far too late...
when they pass away.....We were talking
about the love thats gone so cold
And the people
who gain the world and lose their soul
they dont know
they cant see..
Are you one of them?...
When you've seen beyond yourself
then you may find peace of mind is waiting there
And the time will come when you see
we're all one and life goes on within you and without you.
terça-feira, agosto 11, 2009
Mistake
Don’t speak to me this way
Don’t ever let me say
Don’t leave me again
I never felt this loss before
And the world is closing doors
I never wanted anything more
Don’t hug me this way
Don’t touch me this way
Don’t hug me again
Don’t hug me this way
Don’t touch me this way
Don’t hug me this again
I never felt this loss before
And the world is closing doors
I never wanted anything more
Don’t let me make the same mistake again
Please, don’t let me make the same mistake again
Don’t let me make the same mistake again
I never felt this loss before
And the world is closing doors
I never wanted anything more
Please, Don’t let me make the same mistake again
Don’t ever let me say
Don’t leave me again
I never felt this loss before
And the world is closing doors
I never wanted anything more
Don’t hug me this way
Don’t touch me this way
Don’t hug me again
Don’t hug me this way
Don’t touch me this way
Don’t hug me this again
I never felt this loss before
And the world is closing doors
I never wanted anything more
Don’t let me make the same mistake again
Please, don’t let me make the same mistake again
Don’t let me make the same mistake again
I never felt this loss before
And the world is closing doors
I never wanted anything more
Please, Don’t let me make the same mistake again
segunda-feira, agosto 10, 2009
What the fuck is happening to the world ?
Me pergunto isso constantemente.
Por incrível que me pareça, não perdi a habilidade de me chocar com certas coisas.
"Whathafuck ?"...
Pergunta que não sai da minha cabeça.
Por incrível que me pareça, não perdi a habilidade de me chocar com certas coisas.
"Whathafuck ?"...
Pergunta que não sai da minha cabeça.
sábado, agosto 01, 2009
O Direito de se expressar
Constituição brasileira de 1988:
-
- Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democratico de Direito tem como fundamentos:
- V - o pluralismo político
- Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
- IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
- VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
- IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença
- Art. 220º A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
- § 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.
- Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democratico de Direito tem como fundamentos:
A posse do que não possuímos
O que é do outro ? O que é meu ? E o que é Nosso ?
A posse de algo é definida pelo que ? Por quem criou ou quem cuidou ?
Aposto que o Direito tem sua respostas, dependendo da situação.
Mas no senso comum, que é o meu referencial, uma vez que não planejo levar tal assunto para instâncias "superiores", o que responde tais questões ?
Bem, se existem mil discussões sobre a posse de algo (meu ou seu), como seria a do Nosso ?
O Nosso pode nascer de uma aliança, um compromisso mútuo de responsabilidade: se criamos, se cuidamos e se destruiremos.
O problema surge não das divergências, pois isso é saudável (quando feito com esse fim) e pode criar alternativas nunca pensadas, o problema surge quando um dos lados do Nosso, decide tornar-se o dono "exclusivo" de algo.
O que foi criado e cuidado bilateralmente é destruído unilateral.
De certa maneira é um caso de autoritarismo, que também atende pelos nomes de: tirania, totalitarismo e porque não fascismo ?
Para uma análise mais clara, aqui estão algumas características do autoritarismo(como forma de governo) para se manter no poder:
Mas afinal de contas, governantes e legisladores são pessoas, não são ideologias ou modos de governo. Logo, se visualizarmos ao nosso redor pessoas com tais características, tentem imaginá-las em posições de poder, como chefes, diretores, professores, acadêmicos, mestres, governantes,etc.
Algo é certo: coisa boa não virá.
Dica: Afaste-se o mais rápido possível de tais pessoas, ou antes que você note estará sendo hipnotiza com seus poderes sedutores e de articulação (quase como um vampiro, não ?).
A posse de algo é definida pelo que ? Por quem criou ou quem cuidou ?
Aposto que o Direito tem sua respostas, dependendo da situação.
Mas no senso comum, que é o meu referencial, uma vez que não planejo levar tal assunto para instâncias "superiores", o que responde tais questões ?
Bem, se existem mil discussões sobre a posse de algo (meu ou seu), como seria a do Nosso ?
O Nosso pode nascer de uma aliança, um compromisso mútuo de responsabilidade: se criamos, se cuidamos e se destruiremos.
O problema surge não das divergências, pois isso é saudável (quando feito com esse fim) e pode criar alternativas nunca pensadas, o problema surge quando um dos lados do Nosso, decide tornar-se o dono "exclusivo" de algo.
O que foi criado e cuidado bilateralmente é destruído unilateral.
De certa maneira é um caso de autoritarismo, que também atende pelos nomes de: tirania, totalitarismo e porque não fascismo ?
Para uma análise mais clara, aqui estão algumas características do autoritarismo(como forma de governo) para se manter no poder:
- Exclusividade do exercício do poder.
- Arbitrariedades.
- Enfraquecimento dos vínculos jurídicos do poder político.
- Alteração da legislação institucional criando regras para a auto manutenção do poder.
- Restrição substancial das liberdades públicas e individuais.
- Impulsividade nas decisões.
- Agressividade à oposição.
- Controle do pensamento.
- Censura às opiniões.
- Cerceamento das liberdades individuais.
- Cerceamento das liberdades de movimentação.
- Emprego de métodos ditatoriais e compulsórios de controle político e social.
Mas afinal de contas, governantes e legisladores são pessoas, não são ideologias ou modos de governo. Logo, se visualizarmos ao nosso redor pessoas com tais características, tentem imaginá-las em posições de poder, como chefes, diretores, professores, acadêmicos, mestres, governantes,etc.
Algo é certo: coisa boa não virá.
Dica: Afaste-se o mais rápido possível de tais pessoas, ou antes que você note estará sendo hipnotiza com seus poderes sedutores e de articulação (quase como um vampiro, não ?).
quinta-feira, junho 18, 2009
Funny
Estou reproduzindo aqui a postagem do Blog 02 Neurônio , escrito no dia 17/06/2009
*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
O vício da novela
A pior coisa que pode acontecer a um ser humano é se apegar a uma novela. Automaticamente, ele fica preso a um programa de tv diário de uma hora, de segunda a sexta. Ou seja: ele vira um escravo da tv.
Não existe realmente um motivo para isso, porque mesmo você começando a ver uma novela na última semana, você entende tudo no segundo bloco. Mas se a trama indiana te pegou.....
Mas pior que a escravidão da novela, são as humilhações que você se permite quando vira um viciado. Coisas do tipo:
- Jantar antes ou depois, da novela.
- Saber o nome dos personagens
- Ficar com a música "Você não vale nada mas eu gosto de você, você não vale nada mas eu gosto de você...." na cabeça. E cantarolar, tal melodia.
E a coisa mais estúpida de todas: ler o resumo da novela, das revistas semanais. Afinal, para que ler o que vai acontecer na trama?! E ainda sim acompanhar todos os capítulos?!
Deus salve as minisséries.
Escrito por raq affonso às 23h06
*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
O vício da novela
A pior coisa que pode acontecer a um ser humano é se apegar a uma novela. Automaticamente, ele fica preso a um programa de tv diário de uma hora, de segunda a sexta. Ou seja: ele vira um escravo da tv.
Não existe realmente um motivo para isso, porque mesmo você começando a ver uma novela na última semana, você entende tudo no segundo bloco. Mas se a trama indiana te pegou.....
Mas pior que a escravidão da novela, são as humilhações que você se permite quando vira um viciado. Coisas do tipo:
- Jantar antes ou depois, da novela.
- Saber o nome dos personagens
- Ficar com a música "Você não vale nada mas eu gosto de você, você não vale nada mas eu gosto de você...." na cabeça. E cantarolar, tal melodia.
E a coisa mais estúpida de todas: ler o resumo da novela, das revistas semanais. Afinal, para que ler o que vai acontecer na trama?! E ainda sim acompanhar todos os capítulos?!
Deus salve as minisséries.
Escrito por raq affonso às 23h06
domingo, junho 07, 2009
Não sendo eu
Quais dos meus gostos são meus ?
Quando não são meus, são seus ?
São nossos ? São de alguém ?
Começo a me tornar menos eu e mais você
Ou seria o contrário ?
Querer o que não quero faz bem ?
Tornamos cada vez mais um.
Eu+Você = Quem ?
Não sei se perdi ou ganhei...
Quem sabe não sou um novo alguém.
Assim espero.
Quando não são meus, são seus ?
São nossos ? São de alguém ?
Começo a me tornar menos eu e mais você
Ou seria o contrário ?
Querer o que não quero faz bem ?
Tornamos cada vez mais um.
Eu+Você = Quem ?
Não sei se perdi ou ganhei...
Quem sabe não sou um novo alguém.
Assim espero.
sexta-feira, junho 05, 2009
Aquele frio...
Sentindo aquele frio que dói no osso. Não vem da temperatura, mas fica mais visível quando esta cai.
É o frio da humildade.
É o frio da humildade.
quarta-feira, junho 03, 2009
terça-feira, junho 02, 2009
O corpo quer, a alma entende
É o tormento que me move. A paz me faz preguiçoso, acomodado - a alma gosta.
O corpo quer movimento, quer estar ali e lá ao mesmo tempo, se divide entre o prazer e o desprazer. Vive !
A música ressoa, bate na parede dos órgãos, entrou por dois buracos localizados cada um no seu oposto. O corpo dança, em silêncio.
A alma quer paz, ficar parada, sem dor.
O corpo cai, se joga, levanta. Cansado, com sono, ele quer na verdade apenas se recuperar para fazer tudo novamente, mas diferente.
Quero viver...
O corpo quer... a alma entende.
O corpo quer movimento, quer estar ali e lá ao mesmo tempo, se divide entre o prazer e o desprazer. Vive !
A música ressoa, bate na parede dos órgãos, entrou por dois buracos localizados cada um no seu oposto. O corpo dança, em silêncio.
A alma quer paz, ficar parada, sem dor.
O corpo cai, se joga, levanta. Cansado, com sono, ele quer na verdade apenas se recuperar para fazer tudo novamente, mas diferente.
Quero viver...
O corpo quer... a alma entende.
Às vezes
Às vezes é divertido beber
Às vezes é legal ver a vida meio embaçado
Às vezes a gente gosta de fingir que está tudo bem
Às vezes é bom estar sozinho
Às vezes é gostoso não sentir nada
Às vezes tudo isso vem junto
Às vezes separado.
Às vezes.
Às vezes é legal ver a vida meio embaçado
Às vezes a gente gosta de fingir que está tudo bem
Às vezes é bom estar sozinho
Às vezes é gostoso não sentir nada
Às vezes tudo isso vem junto
Às vezes separado.
Às vezes.
sexta-feira, maio 29, 2009
And now ?
Bem, se fosse para fazer uma postagem curta eu teria a feito no Twitter (ainda não peguei o vício daquilo.... quando me lembro, posto. Não deveria ser assim... se meu celular tivesse internet talvez fosse mais divertido)...
Em todo caso...
O frio da Humildade chegou, não bateu na porta e entrou.
Obrigado senhor!
Mas tudo bem, se eu tiver sorte (hehehehe), tudo vai mudar.
Em todo caso...
O frio da Humildade chegou, não bateu na porta e entrou.
Obrigado senhor!
Mas tudo bem, se eu tiver sorte (hehehehe), tudo vai mudar.
terça-feira, maio 26, 2009
A mentira sobre o Tempo.
O que sabe o Tempo sobre os afetos ?
Quem é ele, que poderes e direitos lhe são intransferíveispara que possamos deixar em suas mãos (por vezes traiçoeiras) coisas tão importantes para nós, mortais, finitos, sentimentos tão gloriosos, atemporais e incontroláveis como o Amor, o Ódio, a Felicidade e todas os outros personagens do Teatro do Sentir ?
Somos vassalos de um déspota, que ri de nossas fraquezas ?
Podemos reivindicar o que é nosso por direito? nossas criações sentimentais, nossos sofrimentos, nossas sensações ? Ou devemos esperar que o destino deles seja qualquer um que o Tempo queira ?
Não quero ser escravo de um Tempo que ao mesmo tempo que transforma carvão em diamante, no fim, faz com que o mesmo vire pó.
Quem é ele, que poderes e direitos lhe são intransferíveispara que possamos deixar em suas mãos (por vezes traiçoeiras) coisas tão importantes para nós, mortais, finitos, sentimentos tão gloriosos, atemporais e incontroláveis como o Amor, o Ódio, a Felicidade e todas os outros personagens do Teatro do Sentir ?
Somos vassalos de um déspota, que ri de nossas fraquezas ?
Podemos reivindicar o que é nosso por direito? nossas criações sentimentais, nossos sofrimentos, nossas sensações ? Ou devemos esperar que o destino deles seja qualquer um que o Tempo queira ?
Não quero ser escravo de um Tempo que ao mesmo tempo que transforma carvão em diamante, no fim, faz com que o mesmo vire pó.
segunda-feira, abril 06, 2009
This is the world that we live in
Fim de semana para cansar. Durante a semana serve parar relaxar.
Durante o dia dormimos e a noite estamos trabalhando.
É mais divertido estar cansado, trabalhando e com pessoas.
Não faz sentido, mas é legal.
Eu gostei.
Durante o dia dormimos e a noite estamos trabalhando.
É mais divertido estar cansado, trabalhando e com pessoas.
Não faz sentido, mas é legal.
Eu gostei.
segunda-feira, março 30, 2009
Love Will Come Through
Por mais pessimistas que possamos ser às vezes (ou a maioria delas), a fé e a esperança nos mantém andando.
O amor virá. Esse é o sonho, o desejo, a ilusão e a realidade. Talvez não na data certa, no tamanho correto, no sabor que queremos, mas nos adaptaremos (a fim de não perecermos sozinhos numa gruta fria e molhada).
Porém, parece que enquanto não engatamos a marcha certa não acreditamos que ela possa existir. E essa pressuposta "certeza" nos faz esperar que tudo dê errado para aquele mitológico amor do vizinho, porque se isso acontecer nossa solidão será justificada pela impossibilidade de ser diferente.
Somos tão podres assim ao ponto de desejar o erro só porque não conseguimos o "certo" ? Acho que temos medo de ficarmos sozinhos na solidão, ser o único a ser único. No fim, gostamos de estar nas multidões, de estar nas festas, nas farras e nos relacionamentos.
Por hora, como gosto de ressaltar recentemente, estou sozinho, junto com outros sozinhos, porém todos sem ninguém e com ninguém. É o tipo de meio que a gente não gosta de estar. Mas algumas coisas nós não escolhemos... ou não ?
O amor virá. Esse é o sonho, o desejo, a ilusão e a realidade. Talvez não na data certa, no tamanho correto, no sabor que queremos, mas nos adaptaremos (a fim de não perecermos sozinhos numa gruta fria e molhada).
Porém, parece que enquanto não engatamos a marcha certa não acreditamos que ela possa existir. E essa pressuposta "certeza" nos faz esperar que tudo dê errado para aquele mitológico amor do vizinho, porque se isso acontecer nossa solidão será justificada pela impossibilidade de ser diferente.
Somos tão podres assim ao ponto de desejar o erro só porque não conseguimos o "certo" ? Acho que temos medo de ficarmos sozinhos na solidão, ser o único a ser único. No fim, gostamos de estar nas multidões, de estar nas festas, nas farras e nos relacionamentos.
Por hora, como gosto de ressaltar recentemente, estou sozinho, junto com outros sozinhos, porém todos sem ninguém e com ninguém. É o tipo de meio que a gente não gosta de estar. Mas algumas coisas nós não escolhemos... ou não ?
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
Lost or Found ?
Imagine a seguinte trama:
Um grupo de pessoas, aparentemente sem qualquer conexão, embarcam para um novo destino, alguns fugindo de dificuldades de relacionamento com pais, amores, amigos, outro fugindo de seus segredos, tentando uma nova vida, escapando da má sorte, procurando aventuras. O destino de todos é o mesmo. Mas nenhum deles termina aonde achavam que chegariam.
Se vêem presos num local estranho, cheio de segredos, novidades, desafios, Outros habitantes. E aos poucos conexões começam a surgir. Um era o melhor amigo da namorada do outro, um estudou na mesma sala que outra pessoa etc. Começam histórias de redenção, salvação, mudança, auto-conhecimento, sacrifícios.
Do que estou falando ? Da experiência de Lost ou da experiência de Assis, da república ?
Uma paixão em comum acabou por se mostrar uma metáfora das nossas experiências pessoais.
E tudo que você encontra em um você também acha no outro. Veja os exemplos:
As questões de Liderança, os misteriosos animais (Vicente, Ursos polares, Cão Caolho, Janis, Stitch), Branco e Preto ( as pedras dos esqueletos, o jogo de gamão, os moradores da rép.), Livros ( A Tale of two Cities, Alice no país das maravilhas e através do espelho, Catch-22, Senhor das Moscas, A odisséia(a deles e a nossa) ,Stranger in a Strange Land, O mágico de Oz, entre tantos outros livros que batem com as nossas vidas).
Um grupo de pessoas, aparentemente sem qualquer conexão, embarcam para um novo destino, alguns fugindo de dificuldades de relacionamento com pais, amores, amigos, outro fugindo de seus segredos, tentando uma nova vida, escapando da má sorte, procurando aventuras. O destino de todos é o mesmo. Mas nenhum deles termina aonde achavam que chegariam.
Se vêem presos num local estranho, cheio de segredos, novidades, desafios, Outros habitantes. E aos poucos conexões começam a surgir. Um era o melhor amigo da namorada do outro, um estudou na mesma sala que outra pessoa etc. Começam histórias de redenção, salvação, mudança, auto-conhecimento, sacrifícios.
Do que estou falando ? Da experiência de Lost ou da experiência de Assis, da república ?
Uma paixão em comum acabou por se mostrar uma metáfora das nossas experiências pessoais.
E tudo que você encontra em um você também acha no outro. Veja os exemplos:
As questões de Liderança, os misteriosos animais (Vicente, Ursos polares, Cão Caolho, Janis, Stitch), Branco e Preto ( as pedras dos esqueletos, o jogo de gamão, os moradores da rép.), Livros ( A Tale of two Cities, Alice no país das maravilhas e através do espelho, Catch-22, Senhor das Moscas, A odisséia(a deles e a nossa) ,Stranger in a Strange Land, O mágico de Oz, entre tantos outros livros que batem com as nossas vidas).
Existem as Coincidências ( na série nem é preciso exemplificar, nem nos nossos encontros e desencontros), as Conexões entre os personagens, os Sonhos (que nos revelam coisas, nos ajudam a entender, e que também deciframos com os amigos), experiências com Eletromagnetismo (como colocar uma panela no microondas foi quase como não digitar os números), Destino Vs. Livre-arbítrio ( várias discussões sobre esse assunto), os Jogos ( gamão, xadrez, Golf, Ping Pong, Poker, Duvido, Perfil, Wii), Bem ( quem são os Good guys e os Bad guys ? Dharma, Hostis, Outros, nós, eles ? ), Ironias ( estátuas da virgem maria cheias de cocaína serem encontradas por um usuário; pessoas que nunca morariam juntas acabam sendo ótimas companhias de rép), Isolamento ( em busca do auto-conhecimento, de viagens para o interior, trancar-se no quarto em busca de respostas), Vida e Morte ( seja de amigos, parentes, animais), Parapsicologia (as coisas inexplicáveis que ocorrem), problemas com os pais ( Jack- Christian, Locke-Sawyer, Kate, Charlie-Pai, Penny-Charles, nossos problemas familiares).
Filosofia ( Desmond David Hume, John Locke,Rousseau, não temos outros nomes filosóficos, mas temos nossas conversas), Gravidez ( Até agora nenhuma), Psicologia ( nem preciso comentar), Chuva (algo ruim vai acontecer na série, na rép. pode ser uma infiltração ou algo pior), Redenção ( fazermos certo dessa vez), Problemas de Relacionamentos (quem não tem ?), Religião ( Mr. Eko, Men of Science, Men of Faith), Rivalidades ( Sayid, Jack, Sawyer, Jin, Juliette, entre outros, he he he), Segredos (que só revelamos para alguns, às vezes só nos divãs da vida).
Temos vários momentos de flashbacks, seja nas músicas, nas piadas, nos jogos e principalmente nas conversas.
E depois de cair nessa "Ilha" vamos descobrindo seus segredos, revelados pelos moradores antigos de lá, conhecemos as "escotilhas" que acabam tornando nossas casas algumas vezes, os desafios de "ir caçar" alimentos em tempo difíceis (leia-se chuva, falta de dinheiro), os perigos sejam javalis selvagens, ursos polares, assaltantes de estudantes.
E nessa jornada no desconhecido vamos crescendo, sofremos mas tentamos aprender. Temos momentos de Liderança e momentos de fuga dela, até encontrarmos nosso Coelho Branco. Uns sentem que algo maior nos colocou sob o mesmo teto, a mesma "ilha", uma força superior ( destino ou coincidência ? Jacob ?). Criamos inimigos mortais. Os grupos se dividem, se unem para se protegerem. Alguns lutam para fugir, ir embora para "casa" enquanto outros aceitam seu destino e querem viver naquela ilha, temos Jacks e Lockes, cada um a sua maneira. Ou posso dizer melhor, temos momentos de Jack, de Sawyer, de Kate, de Locke, de Ben e quem sabe de Jacob.
Uns foram parar na ilha por azar do números ( contas erradas na hora do vestibular podem ter custado a aprovação em outra faculdade.... números malditos). Alguns começaram a andar depois de tempos numa "cadeira de rodas" pessoal.
O tempo nessa ilha também passa de forma diferente. Quem está nela sente a passagem de maneira peculiar, enquanto quem está fora sente de outra maneira. Chega a ser impossível explicá-la sem experenciá-la.
E chegamos ao ponto em que alguns partem e outros ficam. Mas basta um tempo longe da ilha para que alguém diga "We have to go back!". E nós temos que voltar. A ilha não é mais um lugar de passagem, mas também um ponto fixo (que pode mudar no espaço e tempo ?), onde muitos já viveram, foram embora e nunca conseguiram (ou puderam) voltar.
Às vezes somos tomados pelo impetuoso desejo de fugirmos, voltar para a "civilização", para "casa" e quando saímos de lá, o que encontramos ? A liberdade está no lugar ou está em nós ? A redenção é possível ? Qual é o nosso destino ?
Ainda não encontramos essas respostas. Eu não. As viagens (no tempo ?) são necessárias, desgastantes, incertas.
Temos nossos dias de Walkabout, de Exodus, de Orientation, The Long Con que armamos, dias de Live Together, Die Alone, Every man for himself, Flashes Before Your Eyes, quando nos sentimos Stranger in a Strange Land, encontramos The Man from Tallahassee e também The Man Behind the Curtain, ouvimos nossos Greatest Hits, e seguimos Through the Looking Glass.
Chegamos no 5º ano - The Beginning of the End, procuramos nossa Constante, conhecemos Kevin Johnson, vemos The Shape of Things to Come, acreditamos que There's No Place Like Home e Because You Left We have to go Back!
São os episódios das nossas vidas, da nossa série de encontros e desencontros, de conexões perdidas, de segredos, de esperança, de medo e principalmente de crescimento.
E em breve essa série se encerra. Então vamos aproveitar a última temporada e resolver todos os pontos que estão abertos.
Jacob espera isso de nós.
Namaste!
Amanhã no Blog
Para os milhares de leitores do Blog, anuncio que hoje (depois que eu acordar) terei um novo texto disponibilizado no site.
Uma homenagem aos Perdidos do mundo.
Uma homenagem aos Perdidos do mundo.
A vadia inconstante - a.k.a.* Destino
Numa recente conversa com um amigo, discutimos a veracidade do "tudo está escrito" contra "nós escrevemos nosso destino".
O quanto de controle temos sobre nossas vidas, nossas escolhas, nosso destino ( ou seriam destinoS ?) ? Será que temos um pouco ?
Dizer que tudo está escrito tira um pouco do nosso poder de livre-arbítrio que nos foi, divinamente, garantido. Então temos total controle de nossas vidas ?
Sim e não.
...
Pq ? Simples, temos o poder de escolher, mas só porque escolhemos não significa que teremos aquilo. Por exemplo, quero, nesse exato momento (01:31:45), ter um carro importado....
Estranhamente eu não o consegui. Mas eu queria, queria de verdade. Mas meu destino não mudou pela minha vontade. Estava escrito que isso aconteceria (ou não) ou eu apenas não fiz nada para que isso ocorresse ?
Essa resposta depende do leitor disso. A minha é a segunda opção. Simplesmente, não gosto de ser passivo com a vida, como se tudo acontecesse comigo e não por minha causa. Se sou causador da minha infelicidade também posso ser o causador do contrário e não culpar o panteão de deuses pagões pelas minhas tristezas.
Afinal, lamentar geralmente não resolve um problema. E muito menos culpar os outros.
Logo, se sou parte ativa da minha vida eu posso molda-la. Talvez errar, mas posso reparar o erro ( ou pelo menos tentar). Me sinto mais feliz assim, sendo culpado, responsável, causador e cúmplice do meus destinos.
E essa vadia inconstante. O que falar dela ? Alguns se assustam ao chama-la de vadia, mas nunca com sua inconstância. Se tudo está escrito, talvez seja o passado e o futuro está apenas no rascunho. A cada mudança de rua, de cor de camiseta, de carro, de filme preferido, estamos reescrevendo nosso futuro, muito provável, de maneiras que nem imaginamos. Mas estamos.
Sua inconstância a caracteriza como vadia ? Talvez. Ela é uma vadia quando não corresponde ao que esperamos e inconstante quando ela muda apesar de tudo apontar para uma certeza.
Isso dá graça à vida ? Não sei a resposta. Espero que sim, senão serei um bobo rindo de algo nem um pouco cômico.
Não deveriamos nos preocupar com mudar o passado, por hora isso é impossível. Então vamos nos preocupar com o que podemos fazer com o ocorrido. Às vezes é tarde demais para voltar atrás. Ou talvez não conseguimos o perdão que pedimos. Por hora, certas coisas são imutáveis. Mas a vida não.
Se existe uma constante no Destino é que ele sempre muda. Nunca é o mesmo que era há dois minutos.
Isso dá espaço para esperança. Esperança de que o destino seja tanto vadio e inconstante que o inacreditável possa acontecer. Às vezes para o bem, às vezes não.
Namaste!
* A.K.A. - abreviação do inglês de Also Known As (Também Conhecido(a) Como)
O quanto de controle temos sobre nossas vidas, nossas escolhas, nosso destino ( ou seriam destinoS ?) ? Será que temos um pouco ?
Dizer que tudo está escrito tira um pouco do nosso poder de livre-arbítrio que nos foi, divinamente, garantido. Então temos total controle de nossas vidas ?
Sim e não.
...
Pq ? Simples, temos o poder de escolher, mas só porque escolhemos não significa que teremos aquilo. Por exemplo, quero, nesse exato momento (01:31:45), ter um carro importado....
Estranhamente eu não o consegui. Mas eu queria, queria de verdade. Mas meu destino não mudou pela minha vontade. Estava escrito que isso aconteceria (ou não) ou eu apenas não fiz nada para que isso ocorresse ?
Essa resposta depende do leitor disso. A minha é a segunda opção. Simplesmente, não gosto de ser passivo com a vida, como se tudo acontecesse comigo e não por minha causa. Se sou causador da minha infelicidade também posso ser o causador do contrário e não culpar o panteão de deuses pagões pelas minhas tristezas.
Afinal, lamentar geralmente não resolve um problema. E muito menos culpar os outros.
Logo, se sou parte ativa da minha vida eu posso molda-la. Talvez errar, mas posso reparar o erro ( ou pelo menos tentar). Me sinto mais feliz assim, sendo culpado, responsável, causador e cúmplice do meus destinos.
E essa vadia inconstante. O que falar dela ? Alguns se assustam ao chama-la de vadia, mas nunca com sua inconstância. Se tudo está escrito, talvez seja o passado e o futuro está apenas no rascunho. A cada mudança de rua, de cor de camiseta, de carro, de filme preferido, estamos reescrevendo nosso futuro, muito provável, de maneiras que nem imaginamos. Mas estamos.
Sua inconstância a caracteriza como vadia ? Talvez. Ela é uma vadia quando não corresponde ao que esperamos e inconstante quando ela muda apesar de tudo apontar para uma certeza.
Isso dá graça à vida ? Não sei a resposta. Espero que sim, senão serei um bobo rindo de algo nem um pouco cômico.
Não deveriamos nos preocupar com mudar o passado, por hora isso é impossível. Então vamos nos preocupar com o que podemos fazer com o ocorrido. Às vezes é tarde demais para voltar atrás. Ou talvez não conseguimos o perdão que pedimos. Por hora, certas coisas são imutáveis. Mas a vida não.
Se existe uma constante no Destino é que ele sempre muda. Nunca é o mesmo que era há dois minutos.
Isso dá espaço para esperança. Esperança de que o destino seja tanto vadio e inconstante que o inacreditável possa acontecer. Às vezes para o bem, às vezes não.
Namaste!
* A.K.A. - abreviação do inglês de Also Known As (Também Conhecido(a) Como)
Um amigo que vale a pena ter
"Quando nos perguntamos honestamente quais pessoas em nossas vidas significam muito para nós, geralmente descobrimos que são aquelas que, ao inves de nos dar conselhos, soluções ou curas, escolheram compartilhar nossas dores e tocar nossas feridas com uma mão gentil e calma.O amigo que pode ficar em silencio conosco em momentos de desespero ou confusão, que pode ficar conosco numa hora de dor e luto, que pode tolerar não saber, não curar e nos encarar com a realidade de nossa fraqueza, esse é um amigo que vale a pena ter."
"Quando nos perguntamos honestamente quais pessoas em nossas vidas significam muito para nós, geralmente descobrimos que são aquelas que, ao inves de nos dar conselhos, soluções ou curas, escolheram compartilhar nossas dores e tocar nossas feridas com uma mão gentil e calma.O amigo que pode ficar em silencio conosco em momentos de desespero ou confusão, que pode ficar conosco numa hora de dor e luto, que pode tolerar não saber, não curar e nos encarar com a realidade de nossa fraqueza, esse é um amigo que vale a pena ter."
sexta-feira, janeiro 23, 2009
"Once More, with Feeling"
Here I go again...
Praia, mais uma vez meu destino nessas férias. Para quem costumava ir uma vez por década, até que está se tornando um hábito comum... talvez isso seja bom.
Porém, desta vez ela será cheia de ... muito nada para fazer ... é um pressentimento pessimista, mas eu não posso ignorar as dicas que estão no ar.
Com (muita) sorte eu consigo receber o exato contrário do que estou esperando (não no sentido de desejando).
OK. Praia, férias, etc. deveria ser sinônimo de diversão com amigos. E esse último ingrediente anda em falta nos mercados do planeta Terra, quando não perdemos um, os outros estão trabalhando (gente, Janeiro é mês de Férias !! Quem trabalha em Janeiro ??? Ok, ok, todo mundo trabalha em Janeiro), ou então não podem ir.
Isso é triste sabia ? Ou será que não tenho amigos ? Come on... praia, férias, mar, de graça ... até as pessoas mais interesseiras aceitariam o convite... hunf... não se fazem mais "amigos" como antigamente...
Tudo bem, mais uma frustração que vou ter que contornar. Já estou fazendo dessa atividade um hábito.
Bem, é isso... dentro de alguma horas estarei rumando para o Oceano Atlântico. Mais um plano de 2008, sendo concretizado em 2009 totalmente diferente de como tinha sido planejado... começo achar que o objetivo de planejar as coisas é fazer com que tudo sejá diferente durante sua realização...
Se for isso, então deixo uma dica para os meus milhares de leitores do blog : Planeje tudo de maneira que você saiba que vai acontecer o contrário. Logo, se você quiser ir pra praia tomar sol, planeje levar só roupas de frio e guarda-chuva, certamente a hora que você chegar lá vai ser a maior temperatura registrada desde 1567.
Vejo-os de volta na Sexta-feira que vem.
Até lá, Namaste
Praia, mais uma vez meu destino nessas férias. Para quem costumava ir uma vez por década, até que está se tornando um hábito comum... talvez isso seja bom.
Porém, desta vez ela será cheia de ... muito nada para fazer ... é um pressentimento pessimista, mas eu não posso ignorar as dicas que estão no ar.
Com (muita) sorte eu consigo receber o exato contrário do que estou esperando (não no sentido de desejando).
OK. Praia, férias, etc. deveria ser sinônimo de diversão com amigos. E esse último ingrediente anda em falta nos mercados do planeta Terra, quando não perdemos um, os outros estão trabalhando (gente, Janeiro é mês de Férias !! Quem trabalha em Janeiro ??? Ok, ok, todo mundo trabalha em Janeiro), ou então não podem ir.
Isso é triste sabia ? Ou será que não tenho amigos ? Come on... praia, férias, mar, de graça ... até as pessoas mais interesseiras aceitariam o convite... hunf... não se fazem mais "amigos" como antigamente...
Tudo bem, mais uma frustração que vou ter que contornar. Já estou fazendo dessa atividade um hábito.
Bem, é isso... dentro de alguma horas estarei rumando para o Oceano Atlântico. Mais um plano de 2008, sendo concretizado em 2009 totalmente diferente de como tinha sido planejado... começo achar que o objetivo de planejar as coisas é fazer com que tudo sejá diferente durante sua realização...
Se for isso, então deixo uma dica para os meus milhares de leitores do blog : Planeje tudo de maneira que você saiba que vai acontecer o contrário. Logo, se você quiser ir pra praia tomar sol, planeje levar só roupas de frio e guarda-chuva, certamente a hora que você chegar lá vai ser a maior temperatura registrada desde 1567.
Vejo-os de volta na Sexta-feira que vem.
Até lá, Namaste
quinta-feira, janeiro 08, 2009
Momentos
Somos formados por momentos,
passados, presentes, talvez futuros.
Períodos, fases, etapas,
modos, tipos, momentos.
Não somos sempre algo,
nem estamos sempre aquilo,
estamos num momento assim,
ficamos em momentos daqueles.
Ficamos crianças, adultos,
velhos, sábios, burros,
legais, chatos, importantes,
desinteressantes, desnecessários.
Momentos. Temos vários deles.
Somos vários deles.
Hora de brincar, hora de trabalhar,
hora de estudar, hora de divertir-se.
Viver cada momento,
único e certeiro,
no momento certo,
no lugar certo.
Mas são momentos,
passados e presentes.
Na hora certa
ou no lugar errado.
Ter momentos atualiza a alma,
mas a destrói quando se torna único,
quando se repete,
quando se aprisiona nele.
Saber ter momentos é uma dádiva.
Saber escolhê-los deveria ser lei.
Mas temos momentos
e não somos UM deles.
Somos formados por momentos,
passados, presentes, talvez futuros.
Períodos, fases, etapas,
modos, tipos, momentos.
Não somos sempre algo,
nem estamos sempre aquilo,
estamos num momento assim,
ficamos em momentos daqueles.
Ficamos crianças, adultos,
velhos, sábios, burros,
legais, chatos, importantes,
desinteressantes, desnecessários.
Momentos. Temos vários deles.
Somos vários deles.
Hora de brincar, hora de trabalhar,
hora de estudar, hora de divertir-se.
Viver cada momento,
único e certeiro,
no momento certo,
no lugar certo.
Mas são momentos,
passados e presentes.
Na hora certa
ou no lugar errado.
Ter momentos atualiza a alma,
mas a destrói quando se torna único,
quando se repete,
quando se aprisiona nele.
Saber ter momentos é uma dádiva.
Saber escolhê-los deveria ser lei.
Mas temos momentos
e não somos UM deles.
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